• Extensão universitária como prática transformadora [volume 2]

    Extensão universitária como prática transformadora [volume 2]

    Esta obra se organiza como espaço de diálogo para debater a cultura extensionista, os currículos extensionalizados, a divulgação de experiências, todos alicerçados na interação entre a universidade e a sociedade. Ele reúne extensionistas. docentes, discentes, técnicos administrativos e representantes das comunidades, por meio de atividades para troca de suas experiências. Sua leitura trará celebração e reconhecimento da cultura extensionista fundamentada nas diretrizes da extensão universitária, por meio da troca de saberes entre diferentes instituições que promovem a extensão no Brasil e outros países, como Moçambique e outras culturas africanas ou afrodescentes.Assim, o artigo Olhar sobre o lugar da extensão universitária no currículo: Caso da Universidade Save, Moçambique, de Francisco Banda Eduardo Agostinho Cataua, relata a experiência da Universidade Save, uma instituição de ensino superior e debate a necessária formação acadêmica que aborda a indissociabilidade da extensão com o ensino e a pesquisa. Já no História e cultura africana, afro-brasileira e indígena no Departamento de Ciências Sociais e Política da UERN: uma abordagem em pesquisa e extensão, de Guilherme Luiz Pereira Costa, reflete sobre como o curso de Ciências Sociais tem abordado a História e Cultura Africana, Afro-brasileira e Indígena em atividades de pesquisa e extensão na universidade, com a intenção de compreender como a educação para as relações étnico-raciais é abordada no Departamento, identificando lacunas e avanços no que diz respeito à formação de educadores capazes de problematizar e valorizar a história e a cultura dos povos originários e afro-brasileiros. É uma obra que fortalece, amplia e busca desenvolvimento de estratégias para que haja ressignificação da extensão universitária, incluindo os necessários processos de extensionalização dos currículos, fomentando a articulação com o ensino e a pesquisa, ressaltando o papel da extensão na formação de profissionais comprometidos com a realidade e transformação social.

  • Extensão universitária como prática transformadora [volume 1]

    Extensão universitária como prática transformadora [volume 1]

    A obra Extensão universitária como prática transformadora: concepções sobre curricularização, experiências e aprendizagens, organizada por Manuel Bandeira dos Santos Neto, Francisco Mirtiel Frankson Moura Castro e Emerson Augusto de Medeiros, reúne vozes, experiências e territórios que fortalecem esse movimento novo na educação superior brasileira: o da extensão como eixo central do currículo e da formação acadêmica. Trata-se de um movimento que reposiciona nossas instituições como cada vez mais públicas, inclusivas e democráticas, e que impulsiona o projeto de nação soberana de que tanto necessitamos. Nos artigos, um fio que se lança ao encontro de outros, trazendo territórios e reflexões que, entrelaçados, anunciam uma manhã diferente: uma universidade mais comprometida com a vida, uma ciência mais enraizada nos territórios, uma formação mais humana e emancipatória.

  • Pesquisas em educação e ensino: experiências formativas e diálogos com a escola

    Pesquisas em educação e ensino: experiências formativas e diálogos com a escola

    Os capítulos que compõem esta coletânea constituem um mosaico de vivências escolares em diferentes contextos – urbanos e rurais, formais e não formais, em liberdade e em privação dela – mas que se encontram no compromisso ético com uma educação pública, democrática e transformadora. A leitura desta obra nos conduz a um itinerário de práticas e pesquisas que se afirmam como gestos de acolhimento, na perspectiva de uma escola hospitaleira, como defende Maria Teresa Eglér Mantoan . Pesando na ideia de hospitalidade incondicional, ressaltamos que os textos aqui reunidos rompem com modelos escolares normativos e excludentes, ao darem lugar às vozes historicamente silenciadas e a evidenciar práticas pedagógicas que rompem com o ensino tradicional. E é neste sentido que este livro se posiciona: como um convite à escuta, à diferença, à partilha e ao diálogo. Cada capítulo é, à sua maneira, uma abertura de portas, um gesto de receber o outro com sua bagagem, sua história e seu modo singular de aprender. Ao longo de cada capítulo, o leitor encontrará o traço comum de uma pedagogia que acredita na emancipação intelectual, na escuta atenta, na relação respeitosa e na diferença como condição fundante para uma escola democrática.