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Práticas e saberes contracoloniais: perspectivas pedagógicas e linguagens
Em contraposição às perspectivas hegemônicas, a obra “Práticas e saberes contracoloniais: perspectivas pedagógicas e linguagens” reúne escritos provocativos que visam problematizar os cenários de produção de conhecimentos e educacional brasileiro, a escola e as relações de poder que dela emergem a partir de perspectivas alternativas aos saberes coloniais. Ao longo de seis 6 capítulos, divididos em três seções que tematizam a contracoloneidade e suas interfaces com a questão racial, a questão educacional e as novas epistemologias, as autoras e autores que compõem esta coletânea promovem reflexões sobre as temáticas supracitadas, tendo o campo educacional como seu eixo central desse embate, entendendo a linguagem, em seu campo discursivo, como espaço de materialização de tais disputas.
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Por uma prática dialógica de leitura na universidade: contribuições para formação do sujeito-leitor-responsivo
Fundamentado na epistemologia do dialogismo e inserido no campo do saber da Linguística Aplicada, “Por uma prática dialógica de leitura na Universidade: contribuições para formação do sujeito-leitor-responsivo” é um estudo que visa compreender como a prática de leitura do Pensar Alto em Grupo (PAG) contribui para a formação de sujeitos críticos e responsivos. Nessa trama, que se inspira nas reflexões Freirianas, apresentam-se caminhos de legitimação da voz dos alunos na construção dos sentidos, por meio de uma prática democrática de leitura. Ambientada em um contexto de ensino remoto, gerado pela pandemia da COVID-19, a pesquisa foi realizada em um curso de extensão, vinculado a uma Universidade pública do Estado do Tocantins, e teve como participantes sete alunas, além do professor mediador. Os dados, bem como as análises, indicaram que a prática do PAG se apresenta como promissora na formação de sujeitos leitores críticos e responsivos, além de promover a construção dos sentidos de maneira colaborativa por meio do processo de co-construção.