Autoria
Professor da Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS) Doutorando em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem (LAEL) pela Pontífice Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Mestre em Letras pela Universidade Federal do Tocantins. Graduado em Letras: língua portuguesa e respectivas literaturas pela mesma instituição. Coordenador do Grupo de Estudos de Práticas de Letramento (GEPEL – UNITINS). Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Linguística Aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: Práticas de letramento e ensino; Letramento Acadêmico: Leitura e escrita na Universidade; Gêneros Textuais e Educação do Campo. E-mail: dimas.hp@unitins.br
Sumário
Prefácio
Apresentação
Capítulo 1
Linguagem e interação
1.1
Concepções de linguagem
Capítulo 2
Linguística Aplicada: montando uma colcha de retalhos
2.1
Representações metafóricas: definições de LA em textos inaugurais
2.2
Aproximações entre os sabres e grupos sociais: tecendo colchas de retalhos
Capítulo 3
Os estudos sobre letramentos, teorias sobre o ensino da leitura e suas interfaces com o Pensar Alto em Grupo
3.1
Os estudos sobre os letramentos
3.2
O professor enquanto agente de letramento
3.3
Modelos cognitivos de leitura
3.4
Discussão acerca do conceito de inferência
3.5
O Pensar Alto em Grupo: surgimento do desenho metodológico
3.6
Pensar Alto em Grupo – uma prática híbrida de Letramento
3.7
O PAG e suas relações com o dialogismo e a perspectiva sociocultural
3.8
A prática do Pensar Alto em Grupo e as reflexões de Paulo Freire: a leitura e a construção de sujeitos-leitores-responsivos na contemporaneidade
3.9
O Pensar Alto em Grupo e o pensamento metafórico
3.10
A leitura no mundo digital
Capítulo 4
Percurso metodológico: um desenho do caminho percorrido
4.1
Algumas considerações sobre a abordagem qualitativa
4.2
Pesquisa-ação
4.3
Pensar Alto em Grupo: o processo de geração de dados
4.4
Diário de leitura
4.5
Das transcrições
4.6
Do contexto de pesquisa
Capítulo 5
Discussão e análise dos dados
5.1
“Tecendo a manhã”: análise da primeira vivência
5.2
A orquestração de vozes na construção dos sentidos: análises dos diários de leitura da primeira vivência
5.3
Diário do pesquisador – O cantar dos galos
5.4
Mineirinho: análise da terceira vivência
5.5
Análise dos diários reflexivos da segunda vivência
5.6
Diários do pesquisador – “Mineirinho”
Considerações finais
Referências
Índice remissivo






