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Borboletas Poéticas
Borboletas Poéticas é um livro que permanecia no casulo há anos. Dez anos, para ser precisa. Dividido em cadernos e folhas, guardado em envelope, em uma caixa, dentro da estante… Bem guardado, não? Era preciso, Dona Timidez é guarda fiel. Os poemas estavam guardados por medo de me expor e também esperando o amadurecimento necessário, meu e do livro, para, enfim, nascer. Este livro de poemas tem três fases. São fases de amadurecimento e florescimento poético e cada pétala do casulo cai junto a uma nova fase de um novo poema. A primeira fase é romântica, por vezes da para sentir o suspiro ao final do poema. A segunda fase se apresenta como equilibrista, meio romântica, meio realista. A terceira fase é mais presente, exposta, mas sem perder a suavidade. Não é fácil abrir a própria alma a todo aquele que abrir este livro, mas vale a pena. O casulo se desfez, a borboleta voa e a poesia… Ah! A poesia!… Baila no ar!
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Crônicas, memórias e joelhos ralados
Crônicas, memórias e joelhos ralados é um livro de pequenas crônicas sobre a vida, o universo e tudo mais, eu diria. São textos sobre o cotidiano, vivências, reflexões e até um pouco de ficção. Segundo Silvana Aguiar, que escreveu o posfácio do livro: “O livro intitulado Crônicas, memórias e joelhos ralados reúne minicrônicas que dialogam com muitas temáticas, sejam elas pessoais ou profissionais. Nesse percurso, você encontra uma autora generosa e afetuosa que pega seu leitor pela mão e o conduz a diversas conexões temporais e espaciais.”
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Mulheres: vivências e histórias que o lattes não conta
“Mulheres: Vivências e histórias que o Lattes não conta” é um livro de liberdade, um livro livre de julgamentos. É um livro sobre acolhimento. Acolhimento de pessoas, de momentos e histórias. Histórias que guardamos sempre, mas que precisamos contar. Pinçamos aqui uma história de cada uma, mas somos formadas por muitas e muitas histórias.