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Línguas indígenas contemporâneas e a codificação dos saberes ancestrais: territórios discursivos
Línguas indígenas contemporâneas e a codificação dos saberes ancestrais: territórios discursivos apresenta uma reflexão crítica sobre a constituição do campo dos estudos das línguas indígenas no Brasil, articulando historiografia linguística, análise do discurso, políticas linguísticas e epistemologias indígenas. A partir de uma perspectiva interdisciplinar, a obra revisita os processos históricos que marcaram a documentação, a descrição e a interpretação das línguas originárias desde o período colonial até a contemporaneidade, evidenciando as relações entre linguagem, poder, memória, identidade e território. Ao discutir a emergência de novas abordagens teóricas e o protagonismo crescente de pesquisadores indígenas na produção do conhecimento, o autor destaca a importância da valorização dos saberes ancestrais, da revitalização linguística e da construção de práticas de pesquisa desenvolvidas em diálogo com as comunidades indígenas. Destinado a pesquisadores, docentes, estudantes e demais interessados nos estudos da linguagem, o livro constitui uma relevante contribuição para a Linguística, a Historiografia Linguística, a Análise do Discurso e os estudos sobre povos indígenas, reafirmando as línguas originárias como patrimônio cultural, científico e político fundamental para a compreensão da diversidade linguística brasileira.
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Linguagem Jurídica: produção textual, Direito e argumentação vol. 5
Em seu volume 5, esta coletânea congrega artigos provenientes de trabalhos de conclusão de curso de destaque das turmas 2024/1 e 2024/2, quinta e sexta turmas do Curso de Especialização em Linguagem Jurídica (LINJUR) da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais. Ao representar uma conquista acadêmica importante para os autores, a obra também procura modestamente cumprir a função de aproximar a comunidade ao trabalho produzido no curso. Ela também busca servir de encorajamento aos alunos concluintes para que continuem a perseguir o aperfeiçoamento profissional e acadêmico, sempre desejáveis e cada vez mais necessários, principalmente frente às rápidas mudanças dos tempos presentes.
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Argumentar para ferir: a retórica em discursos de ódio no ecossistema digital
Mesmo sem ter uma certidão de nascimento, a retórica surgiu através de intensos conflitos territoriais, configurando-se como um campo do conhecimento que tem o poder de descortinar as artimanhas persuasivas que condicionam os mais diversos discursos, a exemplo do político, midiático, religioso, educacional, jurídico, jornalístico, digital, entre outros. Engana-se quem imaginava que a retórica, uma teoria pensada e criada a partir da interação oral de modo face a face na antiguidade, iria sucumbir diante das manifestações tecnológicas contemporâneas. Muito pelo contrário, a retórica é mesmo um campo epistemológico que se reconstrói de acordo com as necessidades temporais. O trabalho idealizado pelo professor Marcos Fragoso mostra isso de forma dinâmica, evidenciando que a retórica acompanhou essa ebulição das redes digitais e se instalou nesse ambiente de forma sedimentada. O pesquisador português Samuel Mateus, por exemplo, estabeleceu os pendores de uma retórica digital e é por esse caminho que o professor Marcos Fragoso trilha parte do seu olhar teórico.
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As provas retóricas no discurso político de Erika Hilton
As Provas Retóricas no Discurso Político de Erika Hilton, de Fábio Santos, apresenta uma análise consistente e atual sobre o poder da linguagem na política contemporânea, articulando estudos da retórica, argumentação e questões sociais urgentes. Ao investigar os pronunciamentos de Erika Hilton sob a perspectiva do ethos, pathos e logos, a obra evidencia como o discurso pode funcionar como instrumento de persuasão, resistência e representatividade. Com rigor acadêmico e relevância social, o livro contribui significativamente para os estudos da linguagem, do discurso político e das disputas de sentido que atravessam a sociedade brasileira contemporânea.
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Discurso político na pós-modernidade
Esta obra, reúne oito capítulos escritos por professores, professoras, pesquisadores e pesquisadoras das mais variadas Instituições de Ensino Superior (IES) em todo território nacional, que atendendo ao urgente chamado do nosso tempo, propuseram apresentar algumas de suas pesquisas, na perspectiva de endossar a reflexão necessária sobre o Discurso Político na Pós-Modernidade. Portanto, esperamos que esta obra lance luz às reflexões inerentes ao cenário político brasileiro e que possa contribuir com futuras pesquisas que ousem investigar, sob as mais variadas vertentes discursivas, as artimanhas do discurso político, como forma de conhecimento que impulsione a mudança e a transformação social.
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Mulher, identidade e discurso: visões plurais v.2
A obra “Mulher, identidade e discurso: visões plurais” visa pôr em relevo trabalhos, no âmbito da Literatura, da Análise do Discurso e das Ciências Humanas, que abordem lugares, representações e identidades da mulher. Considerando a identidade como uma criação sociocultural em constante elaboração e transformação, compreendemos que representações e identidades emergem na sociedade por meio de mecanismos discursivos e, portanto, indissociavelmente atrelados à linguagem. Em relação à construção de identidades femininas, sabemos que, durante muito tempo, em virtude do machismo e do patriarcado, a posição da mulher foi definida pela divisão sexual do trabalho, que lhe reservava o papel reprodutivo e o espaço privado. Todavia, embora a cultura patriarcal ainda estruture a sociedade, as transformações socioculturais, as quais se realizam por meio de práticas discursivas, ao propiciarem novas valorações e produzirem outras realidades, reverberam novos papéis femininos, gerando diferentes efeitos identitários. Diante disso, a obra reúne contribuições de pesquisadores que discutem a construção de representações e identidades da mulher em variadas esferas sociais: literatura, redes sociais digitais, jogos online, entre outras.
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Mulher, identidade e discurso: visões plurais v.1
A obra “Mulher, identidade e discurso: visões plurais” visa pôr em relevo trabalhos, no âmbito da Literatura, da Análise do Discurso e das Ciências Humanas, que abordem lugares, representações e identidades da mulher. Considerando a identidade como uma criação sociocultural em constante elaboração e transformação, compreendemos que representações e identidades emergem na sociedade por meio de mecanismos discursivos e, portanto, indissociavelmente atrelados à linguagem. Em relação à construção de identidades femininas, sabemos que, durante muito tempo, em virtude do machismo e do patriarcado, a posição da mulher foi definida pela divisão sexual do trabalho, que lhe reservava o papel reprodutivo e o espaço privado. Todavia, embora a cultura patriarcal ainda estruture a sociedade, as transformações socioculturais, as quais se realizam por meio de práticas discursivas, ao propiciarem novas valorações e produzirem outras realidades, reverberam novos papéis femininos, gerando diferentes efeitos identitários. Diante disso, a obra reúne contribuições de pesquisadores que discutem a construção de representações e identidades da mulher em variadas esferas sociais: literatura, redes sociais digitais, jogos online, entre outras.