• Alimentação e Sociedade em Jogo: possibilidades para Educação Alimentar e Nutricional com Adolescentes

    Alimentação e Sociedade em Jogo: possibilidades para Educação Alimentar e Nutricional com Adolescentes

    Alimentação e Sociedade em Jogo: possibilidades para Educação Alimentar e Nutricional com Adolescentes é uma coletânea de pesquisas e experiências sobre o uso de jogos de tabuleiro como ferramenta pedagógica para a Educação Alimentar e Nutricional (EAN) em escolas. Organizado por Rebekka Fernandes Dantas, Diôgo Vale e Joicy Suely Galvão da Costa, o livro explora como a Sociologia e os jogos de tabuleiro podem oferecer uma abordagem mais crítica e significativa para a EAN, indo além do foco meramente nutricional e considerando as dimensões socioculturais da alimentação. O livro apresenta o desenvolvimento dos jogos “Sorte & Sabor”, “7 Manchas Culinárias” e “Alimentação e Política” como ferramentas de promoção da alimentação adequada e saudável entre adolescentes. Também compartilha os resultados de intervenções realizadas em escolas, destacando a importância dos jogos como metodologias ativas de ensino-aprendizagem. Além disso, traz depoimentos das alunas bolsistas do IFRN: Vitória Araújo, Cinara Lopes e Penélope Dias, que contribuíram na elaboração dos jogos e foram responsáveis pelas ilustrações.

  • Temas e jogos digitais para educação alimentar e nutricional de adolescentes

    Temas e jogos digitais para educação alimentar e nutricional de adolescentes

    Pensamos este livro como um apoio didático-pedagógico para os diversos profissionais envolvidos no cuidado alimentar e nutricional de adolescentes. As informações disponíveis nesta obra devem nortear atividades dialógicas com adolescentes em escolas, serviços de saúde e outros espaços de educação formais ou informais. Os capítulos são independentes e podem ser consultados como referencial teórico e prático para o desenvolvimento de ações (projetos individuais ou coletivos) de educação alimentar e nutricional com adolescentes na perspectiva da complexidade para o desenvolvimento de práticas alimentares resilientes e autônomas.