Autoria
Doutor em Estudos Linguísticos pelo Programa de Pós-graduação em Estudos da Linguagem PPGEL-ILEEL-UFU (Instituto de Letras e Linguística da Universidade Federal de Uberlândia), e Mestre em Música pelo Programa de Pós-graduação em Música do Instituto de Artes (PPGMU-IARTE-UFU) da Universidade Federal de Uberlândia. Desenvolve estudos nas áreas de Linguística, Análise do discurso, Linguística aplicada, Linguística textual, Dialogismo e oralidade. Graduado em Letras pelo Instituto de Letras e Linguística da Universidade Federal de Uberlândia (ILEEL-UFU).
Sumário
Seção – A – Línguas indígenas contemporâneas territórios discursivos
Capítulo 1
Uma leitura crítica da historiografia linguística indígena de 1960 à contemporaneidade: línguas do Brasil ou línguas no Brasil?
Seção – B – Demarcações discursivas e territórios linguísticos indígenas contemporâneas
Capítulo 2
Epistemes indígenas: práticas cosmodiscursivas
Capítulo 3
Epistemes indígenas: signos de outras naturezas
Capítulo 4
Línguas indígenas como sistemas de saberes codificados: o discurso da ancestralidade
Capítulo 5
Discurso e território: demarcações discursivas Considerações antes do fim: as línguas e linguagens indígenas respiram
Referências






