Borboletas Poéticas

Borboletas Poéticas

Borboletas Poéticas é um livro que permanecia no casulo há anos. Dez anos, para ser precisa. Dividido em cadernos e folhas, guardado em envelope, em uma caixa, dentro da estante… Bem guardado, não? Era preciso, Dona Timidez é guarda fiel. Os poemas estavam guardados por medo de me expor e também esperando o amadurecimento necessário, meu e do livro, para, enfim, nascer. Este livro de poemas tem três fases. São fases de amadurecimento e florescimento poético e cada pétala do casulo cai junto a uma nova fase de um novo poema. A primeira fase é romântica, por vezes da para sentir o suspiro ao final do poema. A segunda fase se apresenta como equilibrista, meio romântica, meio realista. A terceira fase é mais presente, exposta, mas sem perder a suavidade. Não é fácil abrir a própria alma a todo aquele que abrir este livro, mas vale a pena. O casulo se desfez, a borboleta voa e a poesia… Ah! A poesia!… Baila no ar!

ISBN: 987-65-5218-054-4
PÁGINAS: 98
ANO DE PUBLICAÇÃO: 2025

Disponível também:

Educapes
Google Play Books
Academia.edu
Scribd
Open Aire
Sobre a autora

Emiliana Faria Rosa sou escritora, poeta, professora e pesquisadora. Surda, polilíngue. Como assim? Sinalizante da Libras, falante (e/ou diria escrevente?) do português. Sei um pouco (ou mais que um pouco) de inglês, francês, espanhol; segundo minhas gatas, também entendo miauês. Por ela mesma: Viciada em palavras, coisas de papelaria, livros, viagens e observar o mundo. Poeta, escritora e degustadora de cafés, é muito fácil me ver em alguma cafeteria com um expresso, uma caneta e um caderno. Adoro escrever enquanto “vejo as modas”, como diria minha avó. Autora de “Borboletas Poéticas” (2017) “Crônicas, memórias e joelhos ralados” (2022) e “Só por hoje: poesia” (2023). Organizadora de “Mulheres: vivências e histórias que o Lattes não conta” (2022) e “Aquela carta que nunca enviei” (2023). Link do Lattes: http:/ /lattes.cnpq.br/1899263994075291

Sumário